Entender a mente e o coração de uma mulher. Sonho de consumo de nove entre dez homens, essa ambição toma forma – e corpo – nesta divertida novela, Lalola. Produzida pela emissora argentina America TV e exibida no Brasil no ano de 2008, a produção mostra as desventuras de Lola Padilha, o “lado feminino” de Camilo Padilha, redator-chefe de uma revista masculina.
Lalo é o típico cafajeste. Atraente e sedutor coleciona mulheres, a quem dispensa no segundo ou terceiro encontros. Como um colecionador, preocupa-se apenas com o tamanho e a qualidade de seu acervo, sempre crescente. Até o dia em que conhece Romina.
Representando o papel da mulher desprezada e que jura vingança aquele que lhe fez sofrer, Romina recorre a uma bruxa, que transforma Lalo em mulher, para que ele sinta um pouco de tudo o que ela - e muitas outras – sentiram ao ser desprezadas por homens como ele.
É aí que a história começa. Começa e se mantém, pois se foi por um amor que Lalo se transformou em Lola, será por um amor que ele/ela terá de escolher voltar ao que era antes ou mergulhar ainda mais em seu lado feminino. O típico, e sempre eficiente, clichê de uma trama latina.
Dois centavos sobre a USP
3 meses atrás
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